Rede dos Conselhos de Medicina
Selecione o Conselho que deseja acessar:
Porto Alegre, 19 de Junho de 2019. Aumenta a Fonte [ A + ]   [ A - ]  
 
18/03/2013

Saneamento e Saúde

Presidente da Funasa quer dinheiro da Saúde aplicado no saneamento básico


O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Gilson de Carvalho, defendeu a manutenção dos investimentos em saneamento básico no piso saúde. Para o engenheiro, a desvinculação do saneamento da área de saúde aumentará o prazo para o país conseguir oferecer condições sanitárias básicas, da canalização e do tratamento de esgoto, aos moradores dos locais mais carentes.

Definido pela Emenda 29, o piso saúde determina percentuais mínimos de investimento em saúde pela União, estados e municípios. A União precisa aplicar valor correspondente previsto no Orçamento do ano anterior, corrigido pela variação do PIB. Os estados devem aplicar 12% do que arrecadam anualmente em impostos e os municípios 15% de sua receita.

"Uma das melhores ações preventivas de saúde é um ambiente saudável, com o esgotamento sanitário e a coleta de resíduos. Isso traz economia para os serviços de atendimento médico, reduz a fila dos serviços de saúde e reduz os casos de doenças infecciosas e parasitárias. Com a desvinculação, perde-se recursos de repasse obrigatório, que poderiam ser empregados nas ações preventivas".

Gilson de Carvalho participou nesta segunda-feira, dia 18, da abertura do 4º Seminário Internacional de Engenharia em Saúde Pública, organizado pela Funasa. O presidente da fundação pediu que os pesquisadores e profissionais da área que entrem no debate para que, no orçamento do ano que vem, os recursos sejam mantidos: "A gente tem que refazer a discussão e a levar de forma madura ao Congresso Nacional, para que haja condição de opinar e chegar a uma conclusão”.

De acordo com Gilson, uma das principais críticas à inclusão dos gastos em saneamento no piso da saúde foi sobre os altos investimentos que essas obras consomem. Ele afirma, no entanto, que a proposta é incluir os gastos no piso da saúde apenas dos quase cinco mil municípios com menos de 50 mil habitantes, onde a universalização dos serviços é considerada mais difícil.

A pesquisadora Ana Emilia Solis-Ortega, da Organização Panamericana de Saúde, não mencionou especificamente esta discussão, e defendeu os investimentos em saneamento como parte importante dos cuidados com saúde: "O saneamento básico é um direito humano essencial, um determinante da saúde e parte indiscutível dos serviços de saúde. Deve ser parte fundamental no processo de crescimento".

Institucional Câmaras Técnicas Comissões de Ética Conheça o CREMERS Contas Públicas Delegacias Diretoria Palavra do Presidente Vídeo Institucional História Cremers

Serviços Área do Médico Busca Empresas Busca Médicos Ativos CBHPM Concurso Emissão de Boleto Empregos Eventos Inscrição de Empresas Licitações Pareceres e Resoluções Perguntas Freqüentes Pessoa Jurídica Propaganda Médica Registro de Especialidade Médica

 

 

Imprensa Artigos Assessoria Informativo Cremers Notícias Twitter

Publicações Apresentações para Download Biblioteca Código PEP Regimento Interno dos Corpos Clínicos

 

Contato Fale com o CREMERS Fale com o Presidente Ouvidoria

 

 

 

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul - Copyright 2019 ©
Av. Princesa Isabel, 921 - Bairro Santana
Porto Alegre - RS - CEP: 90620-001
Telefone: (51) 3219-7544
Fax: (51) 3217-1968
E-mail: cremers@cremers.org.br
Horário de Atendimento:
De segunda-feira a sexta-feira
Das 08h40min às 18h00min