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21/05/2015

Crianças desaparecidas

Conselhos de Medicina auxiliam para localização de crianças desaparecidas


Neste 25 de maio, data em que foi celebrado o Dia Internacional da Criança Desaparecida, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina realizaram mobilizações nos estados para chamar atenção dos médicos e da sociedade para este problema. Por ano, estima-se que 50 mil somem no país e cerca de 250 mil ainda não foram solucionados. No mundo esse número chega a 25 milhões.

Um grupo de conselheiros e médicos visitou hospitais na data a fim de estimular colegas e outros profissionais da saúde a colaborarem com a busca dessas crianças, além de orientar pacientes a evitar o problema. No RS, a ação conta com apoio da Sociedade de Pediatria.

Ações com os médicos - O CFM quer contribuir para reverter esta realidade. Por isso, desde 2011, o CFM desenvolve junto à categoria uma campanha de conscientização para que profissionais e instituições de tratamento médico, clínico, ambulatorial ou hospitalar observem e ajudem no esforço contra o desaparecimento de menores. A ação tem apoio formal de diversas entidades médicas brasileiras e latino-americanas, como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), além da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Igrejas Batistas, Movimento Humanos de Direitos (Mhud), Instituto de Migrações de Direitos Humanos (IMDH), ONG Mães da Sé, Rede Marista, Hospital Pequeno Príncipe do Paraná e do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride).

Para tanto, o CFM publicou uma recomendação (nº 4/2014) alertando os profissionais sobre procedimentos que auxiliam na busca. “Na consulta o médico pode observar como o menor se comporta com o acompanhante, se tem marcas ou empatia, por exemplo”, ressaltou Henrique Batista, secretário-geral do CFM.

ORIENTAÇÕES AOS MÉDICOS:

- Observe como a criança ou adolescente se comporta com o acompanhante. Se demonstra medo, choro ou aparência assustada.

- Observe se existem marcas físicas de violência, como cortes, hematomas ou até abusos.

- Solicite a documentação do acompanhante. Conforme o CFM, a criança deve estar acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito.

- Desconfie se o acompanhante apresentar informações desencontradas, contraditórias ou não souber responder pergunta básicas.

- Comunique às autoridades competentes ou casos suspeitos.

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