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28/06/2011

Ameaça de greve

Médicos de São Paulo podem parar de atender planos de saúde por tempo indeterminado


Os médicos de São Paulo realizam nesta quinta-feira (30 de junho), às 20h, assembleia estadual para debater os próximos passos da campanha por valorização na saúde suplementar e por mais qualidade na assistência aos pacientes.

Há cerca de dez anos sem receber reajustes de boa parte de planos e seguros-saúde, eles reivindicam recomposição do valor da consulta para R$ 80,00 e procedimentos atualizados proporcionalmente de acordo com o sistema de hierarquização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), além de regularização dos contratos entre médicos e operadoras com a inserção de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.

Outro pleito essencial para o movimento é o fim das pressões das empresas para que reduzam solicitações de exames, de internações e de outros procedimentos, interferências abusivas que colocam em risco a saúde dos cidadãos.

Suspensão do atendimento em pauta - Após procurar 15 empresas da saúde suplementar (abaixo) reivindicando reajuste dos honorários e o fim das interferências sobre a autonomia profissional, em nome dos médicos de São Paulo, as entidades estaduais – Associação Paulista de Medicina, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Sindicatos dos Médicos de São Paulo e Academia de Medicina de São Paulo, Regionais e Sociedades de Especialidade – chamam à ampla participação na Assembleia.

Na oportunidade, serão passados informes detalhados das negociações com o primeiro grupo de empresas contatado pelo movimento após paralisação nacional em 7 de abril; e as propostas recebidas de algumas que preveem, além de reajuste, a recomposição real das perdas acumuladas dos honorários médicos.

Nos últimos dois meses foram procuradas para dialogar as seguintes empresas: medicina de grupo - Amil, Gama Saúde, Golden Cross, Green Line, Intermédica e Medial; autogestões - ABET (Telefônica), Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Companhia de Engenharia de Tráfego, Embratel e Geap; seguradoras - Marítima, Notredame e Porto Seguro. Outras foram chamadas em regiões diversas do estado.

Existe a possibilidade concreta de uma resposta firme às que não se mostrarem sensíveis a negociar. Uma das propostas que deve ser colocada em discussão é a recomendação de paralisação do atendimento por tempo indeterminado aos planos e seguros-saúde que não atenderem ao pleito da classe médica.

Fonte: Associação Paulista de Medicina



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